SAGA DOS SERTOES DE MOMBAÇA
Aos desbravadores dos Sertões de Mombaça e pioneiros do desenvolvimento rural,
cujo sonho lateja ainda na memória dos que amam sempre a terra do berço onde nascemos.
SAGA DOS SERTOES DE MOMBAÇA
F. ALVES DE ANDRADE
PATROCINADOR
É Mombaça que eu amo
Bráulio Bessa abre Semana Pedagógica de Mombaça
MISSA EM AÇÃO DE GRAÇAS
A Origem do Planeta Terra
OS PERIGOSOS VIAJANTES DO ESPAÇO
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Coronel Theodoro Bento Ferreira Marques Brasil
Prédio em estilo neoclássico, edificado em 1892, pelo coronel Theodoro Bento Ferreira Marques Brasil, membro de uma das primeiras famílias a chegar no rio Branco, quando a região ainda pertencia à Província do Grão-Pará.
A casa, localizada na Praça Barreto Leite, nº 89, Centro, foi tombada pelo Patrimônio Histórico de Boa Vista (Projeto Raízes), por meio do Decreto nº 2614, de 15 de outubro de 1993, pois representa um marco na história de Boa Vista. Hoje pertence à sua neta Petita Brasil.
O coronel Theodoro Bento Ferreira Marques Brasil era filho do capitão Bento Ferreira Marques Brasil, cearense de Mombaça, um dos pioneiros do povoamento roraimense, que ali chegou no ano de 1852. O capitão Bento Ferreira Marques Brasil era irmão de Leonardo Ferreira Marques (Barão de São Leonardo) e de Antônia Ferreira Marques (bisavó materna do ex-governador do Estado do Ceará Plácido Aderaldo Castelo).
Fotografia: Casa de Petita Brasil, de autoria de Rafael Kosoniscs.
http://www.mariapereiraweb.net/?area=biografia_capitao_bento_brasil
Prof. FRANCISCO DE ASSIS SOARES
"Ao levar ao público mombacense a exposição abordando a trajetória do saudoso Prof. Francisco de Assis Soares, o Centro Cultural Canta Passarinho resgatou um personagem marcante da vida sócio-cultural mombacense e que merece ser enaltecido para que seu legado não caia no esquecimento e nos desvãos da história.”
(Fernando Antonio Lima Cruz, em depoimento ao "Asas da Liberdade", Boletim Informativo da Associação Canta Passarinho, Abril/Maio/Junho de 2016)
Fotografia: Acervo da Sociedade e Escolas Reunidas Cristo Rei.
terça-feira, 30 de agosto de 2016
PERDA IRREPARÁVEL Morre, aos 88 anos, escritora mombacense MARIA DA GLÓRIA SÁ ROSA
Natural de Mombaça (CE), Glorinha Sá Rosa, como também era conhecida, atuou durante 26 anos como professora na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), onde ensinou com dedicação e paixão literatura e história da arte.
A Professora Glorinha nasceu em Mombaça na residência de número 117 da rua Padre Sarmento (esquina com a rua Antonio Evangelista Sobrinho), onde viria a ser a residência do casal Honório Sabino e Iracema Aires.
Tive o privilégio de tê-la conhecido pessoalmente, em Fortaleza, além de alguns contatos telefônicos e por e-mail. É de sua autoria o prefácio do nosso livro intitulado "Padre Sarmento de Benevides: poder e política nos sertões de Mombaça (1853-1867)".
Segundo Américo Calheiros, escritor e poeta, "A cultura no Estado se divide no antes e no depois de Glorinha. Isso ela sustentou em seus braços, em suas mãos, por mais de quatro décadas". (Campo Grande News)
Ainda embrenhou-se em outros mares ao se diplomar em francês e fundar a Aliança Francesa em Campo Grande. O espanhol também fez parte da sua experiência, ao ensinar o idioma em escolas superiores e secundárias.
Sua atuação na área das artes resultou na criação do Teatro Universitário Campo-grandense (TUC) e o Cine Clube de Campo Grande.
Na política assumiu o cargo de secretária-adjunta da Secretaria de Desenvolvimento Social; diretora executiva da Fundação de Cultura; presidente do Conselho Estadual de Cultura; superintendente da Secretaria de Cultura e Esportes; e, ainda, presidente da Fundação de Cultura.
OBRAS PUBLICADAS
Estudo sobre Guimarães Rosa – 1967;
Análise Estrutural do Romance – 1971;
O Romance brasileiro atual Realismo Mágico e Realismo Mimético – 1976;
Análise Interpretativa do conto “Casa de Bronze” de João Guimarães Rosa – 1974;
Memórias da Cultura e da Educação em Mato Grosso do Sul;
Deus quer, o homem sonha, a cidade nasce - "Campo Grande Cem Anos de História”;
Crônicas de Fim de Século - 2001;
Contos de Hoje e Sempre - Tecendo Palavras;
Artes Plásticas em Mato Grosso do Sul (em parceria com Idara Duncan e Yara Penteado);
A Música de Mato Grosso do Sul, em parceria com Idara Duncan (FIC-MS, 2009);
A Literatura Sul-Mato-Grossense na ótica de seus construtores - 2011 (em parceria com a escritora Albana Xavier Nogueira).
Leia a crônica "Mombaça, meu
reino do imaginário", de autoria da mombacense Maria da Glória Sá Rosa,
conhecida como Professora Glorinha, falecida no último dia 28 de julho, em
Campo Grande-MS, aos 88 anos de idade, que é considerada ícone da educação e da
cultura em Mato Grosso do Sul.
SEXTA-FEIRA, 24 DE JUNHO DE 2011 PLÁCIDO ADERALDO CASTELO
Plácido Aderaldo
Castelo, nasceu em Mombaça-Ce, a 11 de janeiro de 1906 e faleceu em
Fortaleza-Ce, a 17 de junho de 1979, aos 73 anos de idade, onde foi sepultado.
Era filho de João Fernandes Castelo e de Antonina Aderaldo Castelo. Pertenceu a
tradicional família de políticos mombacenses. Seu pai foi prefeito municipal de
Mombaça (1935) e o seu tio-avô materno, capitão Antonio Honorato Silva Limoeiro, foi presidente da Câmara Municipal de Maria Pereira
(1865-1868), atual Mombaça.
Graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela
Faculdade de Direito do Ceará em 1930, tendo sido orador da turma e presidente
do Centro Acadêmico Clóvis Beviláqua da referida casa de ensino superior.
Como político, teve uma trajetória das mais
brilhantes na história do Estado do Ceará. Deputado Constituinte em 1935,
elegeu-se Deputado Estadual para os mandatos de 1951 (suplência), 1955, 1959
(suplência) e 1963. Foi Prefeito da cidade de Fortaleza. Governador do Estado
do Ceará no período de 1966 a 1971.
Considerado uma legenda de simplicidade, honradez,
competência e probidade na história política cearense, foi casado com a Sr.ª
Joana Freire Castelo, deixando uma prole de doze descendentes, que hoje atuam
com destaque em várias áreas da nossa comunidade.
O governador Plácido Aderaldo Castelo realizou um governo honrado e dinâmico – e a história lhe fará justiça – e como homem público deu lições de humildade, nunca se deixando envolver pelas passageiras glórias do Poder.
Advogado. Graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Ceará em 1930, tendo sido orador da turma e presidente do Centro Acadêmico Clóvis Beviláqua da referida casa de ensino superior.
Exerceu a carreira jornalística nos jornais “Correio do Ceará”, “Gazeta de Notícias” e “O Nordeste”. Fundador do panfleto “A Farpa”, do Instituto Educacional, da Escola Normal de Juazeiro do Norte, do Clube Recreativo e da Cooperativa de Juazeiro do Norte.
Desenvolveu atividades docentes como professor do Colégio Cearense, da Escola de Comércio Fênix Caixeiral, do Instituto São Luís, do Colégio Nogueira, da Escola de Aprendizes e Artífices, livre docente da cadeira de Instituições do Direito Público da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Ceará e catedrático de História Administrativa do Ceará e do Brasil, na Escola de Administração Pública.
Na área jurídica, exerceu a Promotoria de Justiça das Comarcas de Quixadá e Fortaleza. Em Juazeiro do Norte, atuou como Juiz Municipal. Conselheiro Vitalício do Tribunal de Contas do Estado e foi Procurador Judicial do Estado do Ceará.
Como político, teve uma trajetória das mais brilhantes na história do nosso Estado. Deputado Constituinte em 1935, elegeu-se Deputado Estadual para os mandatos de 1951 (suplência), 1955, 1959 (suplência) e 1963.
Exerceu os cargos de 1º secretário e 2º vice-presidente do Poder Legislativo Estadual.
Ocupou os cargos de Secretário de Agricultura e Obras Públicas e Secretário da Fazenda do Estado.
Fundou e exerceu a previdência do Instituto de Previdência do Estado do Ceará - IPEC.
Foi Prefeito da cidade de Fortaleza. Governador do Estado do Ceará no período de 1966 a 1971.
Realizou, no exercício da governadoria do Estado, um expressivo conjunto de obras, dentre as quais podemos destacar:
Construção do Instituto Penal Paulo Sarasate, da “Estrada do Algodão”, da “Estrada Litorânea” e da estrada que liga o Cariri a BR-116;
Criação do Instituto de Prevenção do Câncer, do Hospital São José, do Museu de Aquiraz, da Escola Agrícola de Mombaça, da Estação Rodoviária de Fortaleza;
Ampliação do sistema de energia elétrica do Estado, levando esse benefício a mais de cem cidades do Ceará, da rede de agências do Banco do Estado do Ceará; do sistema de telecomunicações que passou a atender a um maior número de cidades interioranas, e da rede escolar estadual, através da criação de dezenas de escolas do primeiro, segundo e terceiro graus.
Representou o Estado do Ceará na 1ª Assembléia Geral do Conselho Brasileiro de Geografia e Estatística, no Rio de Janeiro. Orador das delegações participantes da instalação do Itamaraty, no Ministério das Relações Exteriores, em Brasília.
Membro da Academia Cearense de Letras, da Academia de Letras Jurídicas do Ceará; do Instituto Histórico do Ceará; do Instituto do Nordeste; da Sociedade Brasileira para a Conservação do Solo; da Ordem dos Advogados do Brasil, Secção do Ceará, da qual foi presidente; benemérito da Fênix Caixeiral; honorário da Associação dos ex-Combatentes e de vários outros clubes de serviços, entre os quais o Lions Clube de Mombaça e de Boa Viagem.
Agraciado com o título de cidadão de vários municípios do Ceará, recebeu, também o Troféu Sereia de Ouro. Detentor dos títulos de Cidadão Honorário de New Orleans e “Honory Sanzero” no Salt River Project, ambos nos Estados Unidos da América do Norte.
Considerado uma legenda de simplicidade, honradez, competência e probidade na história política cearense, foi casado com a sra. Joana Freire Castelo, deixando uma prole de doze descendentes, que hoje atuam com destaque em várias áreas da nossa comunidade.
Em 11 de janeiro de 2002, através de eleição realizada pelo Conselho Comunitário de Defesa Social de Mombaça (C.C.D.S.), Plácido Aderaldo Castelo foi eleito o “Mombacense do Século XX”.
Foto: Acervo da família de Plácido Aderaldo
Castelo.
Nasceu a 11/01/1906 em Mombaça. Filho de João Fernandes Castelo e Antonina Aderaldo Castelo. Faleceu em Fortaleza a 17/06/1979.
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
PARÓQUIA N. S. DO PERPÉTUO SOCORRO
APRESENTAÇÃO
Caríssimos irmãos e irmãs, paroquianos devotos de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. A festa chegou e com ela o clima de religiosidade e fé se espalham em cada lar, nas ruas e na cidade por inteira. É a Mãe de Deus e nossa, que proporciona pra nós este momento sublime de encontro com "Deus que eleva os humildes e sacia de bens os famintos". Sim, Maria nos leva a Cristo. Por isso dizemos tudo com Cristo e nada sem Maria. Como dizia São João da Cruz: "Como não amar aquela a quem nosso Senhor amou tanto!" E vivendo a temática de nossa Diocese que prioriza as missões, tendo em vista o ano jubilar. Maria é o grande modelo de discípula e missionária de seu filho, Jesus Cristo. Seguindo seu exemplo seremos missionários para o mundo de hoje, levando a palavra de Deus a todas as pessoas afim de que possam experimentar em suas vidas a força do Evangelho e encontrar nele a luz que ilumina suas vidas e seu caminhar no dia a dia. É essencial ao discípulo missionário o contato com a palavra de Deus para ficar solidamente firmado em Cristo e poder testemunhá-lo no mundo presente, tão necessitado de sua presença. E a Mãe do Perpétuo Socorro nos valerá para que sejamos fiéis a este compromisso de mostrar ao mundo a face de Cristo, caminho, verdade e vida. Uma boa festa para todos. Sintam-se todos abraçados e acolhidos.
Pe. Valterlânio Leite Dias
HISTÓRIA DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO
SOCORRO
Rua Divino Salvador,75 Bairro Capitão Rocha Andrade - Igreja
Mombaça-Ceará
CEP: 63610-000
Rua Divino Salvador,75 Bairro Capitão Rocha Andrade - Igreja
Mombaça-Ceará
CEP: 63610-000
RELATOS DA
DOAÇÃO DO TERRENO
Primeiramente, vamos iniciar, exteriorizando a nossa alegria
ao Pe. Valterlânio Leite Dias pela sua iniciativa em ter convidado a
família de Raimundo Rocha Andrade e Maria Umbelina de Andrade Rocha, para
compartilhar do importante ato solene, de conteúdo histórico-religioso, na
oficialização e benção inaugural da nova paróquia Nossa Senhora do Perpétuo
Socorro, ora se concretizando em uma
missa, cuja sede escolhida, foi exatamente a Igreja, construída em área
doada pela Sra. Maria Umbelina de Andrade Rocha, pessoa que em vida, sempre
esteve presente aos movimentos da Igreja, integrada ao grupo nominado de Mãe
Cristã, e, depois, Apostolado da Oração, sendo referenciada por todos mombacenses que a conheciam, como Dona Umbelina.
Julgo importante observar que o presente conteúdo é uma tentativa em
descrever a doação do terreno da nova Capela de N.S.P. Socorro, tendo como
referência documental Ata extraída dos arquivos da diocese. A outra fonte foi
da família, que enriquece com o registro de informação documental, permitindo
fazer uso metodológico do resgate da narrativa memorial, porém de fontes
seguras, mostrando as razões da matriarca por ter doado o terreno para
construção da Capela de N. S. Perpétuo Socorro, qual o significado educacional,
social, cultural e econômico deste gesto para a dignificação da cidadania dos mombacenses e sua influência na formação intelectual e profissional de todos.
ELEMENTOS HISTÓRICOS
A antiga Capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, foi construída na
década 1930, no Alto São José, hoje, à rua Capitão Rocha Andrade, através de
campanhas, tendo à frente o padre Pedro
Leão Paes de Andrade e a Sra. Anésia Castelo Meireles, esposa do
farmacêutico Antônio Meireles.
Quando a Capelinha foi demolida, ficou um vácuo na memória de todos.
Foi feito um pedido de doação de
um terreno para uma nova Capela, pelo
Dom. José Doth, (que na época era o pároco local), à Sra. Maria Umbelina de
Andrade Rocha, sendo atendido prontamente, explicado devido a antiga capela
“conter rachaduras nas paredes, não compensando a realização de gastos com sua
restauração, por considerá-la desprovida de arte na apresentação interna e
externa”, decidindo o Conselho Paroquial em demoli-la e iniciar a construção de
um novo templo, segundo o descrito na ata de lançamento da pedra fundamental do
novo Templo, realizado em 12 de outubro de 1973.
Assim com muita determinação do Dom José Doth e a Sra. Maria Umbelina de
Andrade Rocha e a comunidade local, foi dado início a construção da nova capela
de N.S.
Perpétuo Socorro.
CONTRIBUIÇÃO
RELIGIOSA DA
CONGREGAÇÃO MADRE
PAULINA
Depois de erguida, a capelinha como era chamada, passou a ter missas, encontros e eventos
religiosos, sob a coordenação da Paróquia de Nossa Senhora da Glória. No
período de 1978 até meados de 1985 ( Obs.:Datas estimadas por populares que
faziam parte do crescimento. espiritual da capela,) as dependências da capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro,
serviu de residência para as missionárias;
Madre Raimunda/ Irmã
Iêda/ Irmã Martinha/ Irmã Fátima/ Irmã Irene/ Irmã Regina/ Irmã Eliene/ Irmã
Marilak, ambas da CONGREGAÇÃO MADRE
PAULINA, que desenvolveram um brilhante trabalho com a comunidade daquele
bairro..
CONTRIBUIÇÃO CATÓLICA
DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA
Por fim, para encerrar, consta na abertura da Ata de lançamento da pedra
fundamental desta Capela, a descrição do local onde estava se demarcando sua
área, nominando-a de Colina “ROCHA ANDRADE”. Diante desta manifestação natural
de legitimação constando em documento de sua importância, entende a família
que, com a nova paróquia, a Igreja de N. S. Perpétuo Socorro precisa ter a
nominação de um bairro próprio, assim como estar denominado Bairro CAPITÃO
ROCHA ANDRADE.
DIOCESE DE IGUATU
Decreto n° 018
Provisão de Pároco
para a Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
Aos 31 de Julho de 2011, O padre Valterlânio
Leite Dias, foi nomeado Pároco da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo
Socorro, por tempo indeterminado “ ad
normam iuris”, O Pároco é o pastor próprio e a ele foi confiada a missão de
exercer o cuidado pastoral as comunidade que lhe foi entregue, sob a autoridade
do Bispo Diocesano Dom João José Costa.
5 Anos Sacerdócio Padre Valter
HISTÓRIA DA CIDADE DE MOMBAÇA
Os três primeiros, considerados fundadores do reduto, estabeleceram-se e plantaram suas raízes gregárias no sítio denominado Mombaça. Maria Pereira residia na fazenda Boca da Picada, cruzamento obrigatório dos itinerantes que buscavam os Inhamuns. Com o desenvolvimento da fazenda, moradores se acercaram da Casa-Grande, formando lentamente a povoação.
O nome de Maria Pereira adquire notoriedade na região, não apenas por suas singulares qualidades de mandona, como também pelo instinto acolhedor e justiceiro. Em pouco tempo desaparece o locativo informal de Boca da Picada e o nome de Maria Pereira assume a formal designação, pelo menos até que posteriores alterações venham a se processar.
Evolução Política: A elevação do povoado à categoria de Vila provém da Lei Provincial nº 555 de 27 de novembro de 1871. Sua instalação, em ato simultâneo com a Câmara Municipal, registra-se a 8 de setembro de1852. A mudança de nome, substituindo Maria Pereira por Benjamin Constant, provém do Decreto nº 69 de 9 de setembro de 1892. Essa denominação permaneceu até 1918, quando por força da Lei nº 1.565, de 21 de setembro desse ano, é restabelecida a denominação anterior. A elevação à categoria de Município provém da Lei Estadual nº 2.256, de 19 de agosto de 1925. Suprimido, conforme Decreto Estadual nº 193, de 20 de maio de 1931, e restaurado na forma do Dec-Lei nº 448, de 20 de dezembro de 1938
Evolução Política: A elevação do povoado à categoria de Vila provém da Lei Provincial nº 555 de 27 de novembro de 1871. Sua instalação, em ato simultâneo com a Câmara Municipal, registra-se a 8 de setembro de
Fonte: www.mariapereiraweb.net
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